Bem Vindo

Um espaço para troca de experiências, reflexões, dúvidas referentes ao universo dinâmico e surpreendente do inconsciente.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Você Ama?

Você ama a pessoa que está com você? Ou melhor, o seu marido, namorado, companheiro, amigo, enfim o outro que compartilha da sua convivência, da sua vida. Como você sabe que o seu sentimento é o amor, em vez da posse, da vaidade, do orgulho? Será que sabe???


Para responder esta questão, penso ser imprescendível primeiramente lhe indagar introspectivamente: "Eu me amo? Eu me gosto? Gosto da minha companhia? Sou o meu melhor amigo?" Se conseguiu responder "sim" para todas estas perguntas, então você definitivamente ama o outro. Caso contrário, é bom reavaliar o seu entendimento sobre o sentimento de amar.


Basta tentar entender que só podemos dar o que temos, só fornecemos, portanto, amor, compreensão, amizade, carinho, se também oferecemos estes sentimentos e atos a nós próprios. Você dá ou empresta dinheiro sem ter? Claro que não. O mesmo ocorre com os sentimentos. Se é uma pessoa benevolente, amável, flexível, consigo mesmo, capaz de se desculpar dos erros que comete, então fatalmente será assim que também se relacionará com o outro. Caso contrário, sendo auto crítico, duro, exigente consigo, este modelo repetirá nas suas relações, já que é o que você tem e conhece muito bem.


Assim, engana-se a pessoa que acredita amar sem se amar, gostar sem se gostar, cuidar sem se cuidar, pois estes sentimentos e atitudes ela não tem e não se fornece, logo também não conseguirá dar ao outro. A pergunta: "Eu me amo?" é vital para amar alguém.


Engana-se também aquele que pensa ser egoísta, individualista se afirmar que se ama, que cuida de si e que se olha primeiramente. Na verdade, é preciso realmente esta dose de egoísmo para se amar, uma dose saudável, necessária até para a sobrevivência, pois se você não comer, não dormir, não cuidar da dor física que está sentindo devido algum mal estar, ou doença, você morreria, não é???


Então, você tem se amado, tem mergulhado seriamente nesta questão, nesta introspecção? Você hoje, se ama?


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Quando Tirar a Fralda Noturna?

Venho acompanhando muito este momento, ouvindo conselhos, dicas, experiências acerca desta fase da criança que se inicia aproximadamente aos três anos de idade. Pode prevalecer até os cinco anos ou em alguns casos até os seis anos de idade. O fato é que deve-se respeitar o desenvolvimento de cada criança.


Em primeiro lugar observar se a fralda tem permanecido mais seca com mais frequência na semana, sendo assim, pode propor a criança a experiência de tirá-la naquela noite, e caso tenha vontade de fazer xixi, ir ao banheiro. Há pais que deixam ao lado da cama, nesta fase, o penico, ou o vasinho, caso seja difícil a criança andar até o banheiro à noite.


Uma boa dica, é forrar o colchão com plástico pois com certeza o seu filho deixará escapar o xixi durante a noite. O fundamental é não puní-lo quando isto acontecer e nem criticá-lo, evitando-se assim dificuldades emocionais, psicológicas futuras, como por exemplo, a dificuldade de evacuar, a prisão de ventre muito comum em determinadas crianças.


Evitar de oferecer líquidos antes de dormir, pois assim, não há como a criança não urinar a noite. Levá-la ao banheiro para fazer xixi, também é muito eficaz para evitar a cama molhada no sono.


Enfim, pesquisei algumas dicas dentre tantas a respeito do assunto, mas o fundamental nesta fase é a paciência, a calma dos pais com a criança, além também do respeito, entendendo a particularidade de cada um. Deve-se evitar cair no generalismo, pois não necessariamente um coleguinha do seu filho com dois ou até três anos de idade já não usa mais a fralda, então, o seu filho deve também tirá-la, pois caso contrário, ele não está progredindo conforme o esperado. Isto não é verdadeiro. CUIDADO!!!!!


É um momento que ambos, pais e filho, precisam estar seguros e certos do que estão fazendo. Caso durante um período a criança ainda molha a cama com frequência, pode-se retornar com a fralda, comunicando a ele a respeito, e depois tenta-se de novo. O importante é começar, tentar, e ter consciência que pode ser um processo longo, assim como pode ser rápido.


Também é imprescindível ter ciência que existem algumas disfunções orgânicas que prejudicam o desenvolvimento do controle esfincteriano, causando o escape do xixi a noite sem a intenção pela criança. Neste caso deve-se procurar um especialista ou conversar com o pediatra a respeito. Assim como se a criança tiver com medo, insegura, ou com pesadelo, também fará xixi na cama.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Água Mole em Pedra Dura:

"Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura." Quem nunca ouviu este dito popular? Todos entendemos o seu significado, e até o utilizamos muito quando pretendemos reconfortar alguém que está desanimado, desestimulado e descrente da vida, inclusive nós mesmos!!!


 Há quem pense ser uma bobagem, uma besteira, mais um dito dentre tantos que não surtirá nehuma consequência maior, assim como, "se conselho fosse bom, não daríamos, mas sim, venderíamos", ou algo parecido com isto, não tenho muita certeza. Mas há conselhos muito bons, assim como da água que pode furar a pedra. Inclusive observamos este fenômeno realmente acontecendo na natureza, portanto podemos até falar: "Sou que nem São Tomé, só acredito no que vejo." 


Portanto, refiro na verdade, e acredito estar relacionado com um quantum de paciência e persistência que necessitamos ter no percurso e no nosso desenvolvimento. Já imaginou se a mulher não tivesse a paciência de esperar os nove meses de gestação? Pois: "é melhor esperar sentado, pois em pé, cansa.", e muitas das vezes, dependendo da gestação, a mulher necessita de repouso até o nascimento do seu filho.


Pareço ser feminista, pois falo apenas de mulher, mas os homens não me condenem, reconheço a paciência e persistência que têm em momentos como o citado acima, por exemplo. Afinal de contas, muitos também engravidam junto com suas mulheres.


Isto tudo é para reafirmar que a paciência e a persistência são uma virtude do ser humano, principalmente nos tempos atuais que vivemos, de internet, globalização, onde a pressa pelo resultado, pela cura de uma doença ou mal estar se faz presente. Não é possível esperar, ou se analisar, se auto conhecer, se entender e entender o outro,  pois isto requer tempo, paciência e persistência.  Precisamos andar, ou melhor, "correr contra o tempo", pois "o tempo não pára".




sexta-feira, 23 de março de 2012

Tchau à Chupeta!

Fiquei pensando quando se deve retirar a chupeta e como? Primeiramente acredito que com a chegada dos três anos de idade ou até quem sabe, um pouco antes,  é um bom momento da criança abandonar este amuleto de segurança e conforto. Vejo determinadas crianças maiores que  se utilizam desta válvula de escape como um refúgio à frustração, concomitantemente com o conluio dos pais também frustrados e cansados de ouvir  choros e berros.


Mas a visão de uma criança maior usando chupeta é esquisito para quem está de fora da situação, pois o comum, o usual, é associar a chupeta com o bebê. E realmente tem todo um sentido nisto. A chupeta é de grande valia e apoio nestes primeiros meses e ano da criança, e dos pais também. Mas com o passar do tempo, com o crescimento e amadurecimento da criança, a chupeta torna-se uma vilã, uma "bengala", um "cigarro", este  sendo  o resquício da chupeta, de um retorno à fase oral do bebê no adulto.

Mas deixando este argumento para depois, na verdade a retirada da chupeta é um momento importante tanto à criança quanto aos pais. Lógico que mais uma vez a individualidade, a personalidade de cada criança determinará também como será este processo, sendo fácil e tranquilo, ou difícil e amargo.

A princípio acreditei que contar uma história "amendrontadora" do uso da chupeta repercutiria bem e ajudaria a criança a  perder o interesse devido ao medo. Assim como ameaçando que se tornará "dentuça" com o uso contínuo da chupeta. Até pode ter fundamento na história, mas será mesmo tão aterrorizante isto??? E a nossa história em quadrinho da Turma da Mônica, onde esta é dentuça? Alguém a repudia por ser dentuça, ou tem medo dela por isto, ou até é feia? Acredito que não!!


Será que o caminho é proporcionar o medo na criança, além já dos tantos que naturalmente enfrenta no decorrer do seu desenvolvimento, e precisa lidar? Foi aí que pensei de outra maneira. Na questão referente à uma  escolha, ou  troca. A vida é percorrida por escolhas que precisamos fazer para atingir algum objetivo, para crescermos. Escolha de ter o nosso próprio espaço, sendo assim, necessário abrir mão do espaço conhecido, do lar protegido e aconchegante dos nossos pais. Ou então o seu oposto, permanecendo no ambiente maternal abrindo mão em desbravar certos mundos e horizontes desconhecidos.


Portanto, seguindo esta linha de raciocínio, acreditei ser melhor recorrer ao uso desta escolha, ou troca, como preferir. Sendo por exemplo;  vamos entregar a chupeta à fada, ou ao coelho da páscoa, ou ao Papai Noel, enfim, a  alguém simbólico, e em troca, você ganhará um lindo presente, ou um ovo gostoso que esta "figura simbólica" deixará para você. Assim como continuará enfrentando no decorrer de sua vida e crescimento, as tomadas de escolhas e decisões, visando perspectivas mais convenientes e melhores para sua vida.

Bingo!!! Retiro a chupeta, ao mesmo tempo que já ajudo a criança a se preparar a crescer e enfrentar escolhas, tomando decisões, avaliando as perdas e ganhos que adquirirá ao bem estar e qualidade de vida. Afinal de contas não se pode ter tudo que queremos, até podemos sonhar com este estado de coisas, mas na realidade, abrimos mão de coisas em visando obter ganho de outras.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Abaixo o Sofrimento!

Estamos vivendo um momento muito imediatista, no qual corremos contra o tempo, temos muita pressa e urgência com as coisas, o tempo parece menor, mais curto. Buscamos assim respostas rápidas para os nossos problemas, nossas doenças, angústias, mal estar, sofrimento. Não queremos saber deste assunto que a psicanálise ou a psicologia nos impõe de pararmos para nos analisar, para pensar e refletir sobre "as questões e aflições".


Podemos procurar um vidente, um pai de santo, e até um remedinho de tarja preta, preferencialmente, pois os outros são mais fracos e nem surtem o efeito esperado,  já que  utilizamos com muita frequência e sem receita médica.


Se estamos sofrendo ou com alguma dificuldade vamos resolver logo isto, quem sabe por um passe de mágica ou à espera de um milagre ficaremos livre do que nos perturba ou atormenta? Assim como quando éramos crianças e resolvíamos o que nos assustava ou amedrontava com um fechar de olhos ou alguma palavra mágica, ou uma varinha de condão... e "voilá"..... o temor desapareceu!!!


Parece que continuamos nesta espectativa infantil que alguma coisa fora de nós resolverá e banirá de vez o nosso sofrimento, o nosso medo, nossa angústia. Assim acredito acontecer com a medicalização, este mercado que promete a felicidade plena, sem dor, sem sofrimento, que vende a promessa da pílula da felicidade!!!! Está deprimido, ou tem TOC ( transtorno obsessivo compulsivo), fobia, insônia, falta de apetite, ou muito apetite, dorme de mais, preguiça, dor de cabeça, enfim o que sentir pode ser eliminado com uma bolinha, ou um comprimido, uma pílula.

Enfim, não vamos mais sentir!!!! Acho que na verdade, estamos vivendo neste mundo atual do NÃO SENTIR, pois acredito que amortecendo o sentimento, deixamos de sofrer, mas concomitantemente, deixamos de viver também!!!! Não sentimos dor, angústia, perda, tristeza, frustração.


Sendo assim, calculo que então não poderemos mais amar, encontrar com o outro, apaixonar, ganhar uma família, ou amigos, ou estudo, ou um trabalho, já que estes sentimentos bons geradores de um bem estar e de uma felicidade não são eternos e duradouros, mas temporários e corremos o risco de perdê-los também.
Portanto para não sofrer esta perda é melhor não vivê-los. Achei a resposta para o término definitivo do sofrimento...... a MORTE.

Vamos matar a possibilidade de amar à nós mesmos e consequentemente aos outros que estão ao nosso redor, pois assim não corremos o risco de sofrer, ou de dependermos de medicamentos, ou de outras drogas ilícitas. Não corremos o risco de errarmos e assim, aprendermos com os nossos erros. Não corremos riscos!!!!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Tolerância de Mãe:

Talvez por isto é que também denominamos o amor de mãe como incondicional, devido as suas tolerâncias, a sua capacidade de saber esperar, de aceitar frustrações, de posicionar o amor acima de tudo perante o filho. "A mãe sempre perdoa." Quem nunca decepcionou a mãe? Ou no calor de uma briga usou palavras duras, frias, de rejeição? Não somos perfeitos, estamos constantemente errando e aprendendo, em constante mudança e desenvolvimento.



Freud em sua época acreditava que a menina já vinha com uma marca instiuída para casar e constituir uma família. Esta marca composta de uma carga filogenética e também cultural, educacional. Em parte ele tinha razão,  principalmente, em sua época com pouca manifestação feminista. Poucas mulheres trabalhavam, estudavam, e conseguiam atingir uma independência. Desde criança havia uma distinção de educação da menina para o menino. A menina era meiga, prendada nos afazeres domésticos, ajudava a mãe no lar. O menino, já devia sair na rua, brincar de bola, expressar abertamente a sua força, a "agressividade" e depois conhecer as mulheres, perder a virgindade.


Enfim, os tempos mudaram..... ou melhor, um pouco, não completamente. Pois ainda é reconhecido nas famílias, mães que gerenciam o lar, o filho, o marido, a casa e até, quando possível, a sua vida e o seu trabalho. Mães que funcionam de forma mais complacente, compreensiva, mais tolerante do que os pais. Talvez esta composição familiar esteja em declínio, já que há situações que o pai é a figura mais amorosa, mais carinhosa, cuidadora e tolerante. Mas em pleno século XXI, ainda nos deparamos com aquela família "matriarcal".


Parece também que gostamos de alguma forma desta tolerância materna, estendendo-a às nossas outras relações, quando perdemos o limite, o cuidado com o outro, o respeito, assim quando éramos crianças e que o "mundo- mãe" existia para nos servir e nos suportar.


Uma tolerância é necessária principalmente com a criança pequena em desenvolvimento, diferentemente de superproteção, entendido na verdade, como uma falta de tolerância em lidar com situações consideradas difíceis e que requerem mais empenho e dedicação da parte dos cuidadores.


Um exemplo que acredito ser  de tolerância, é o fato dos filhos insistirem em dormir com os pais. Pode haver a crença de que os pais são tolerantes por permitirem a entrada do filho em sua cama, por acreditarem na idéia de ser uma fase e que portanto logo passará, assim como algo, dito "genético", como os dentes de leite que nascem e morrem para a entrada dos definitivos. Pode ser, e em alguns casos, é assim que ocorre, sem desenvolver nenhum prejuízo futuro à criança.


Mas nem sempre este movimento de buscar dormir com os pais tem este significado "genético", e portanto cessará com o desenvolvimento da criança. Há também um significado emocional, psicológico neste ato do dormir. Mas para isto necessita de uma tolerância da mãe, ou do pai em entender e acolher este movimento do filho. Tolerância em trabalhar isto e ajudá-lo na sua dificuldade ou insegurança, medo que a criança vivencia em suas fantasias.




Portanto, conversar, incentivar a criança a criar um espaço próprio, diferenciado dos pais, um espaço único, como encontra na aquisição de um quarto próprio, de uma cama, com seus brinquedos. A ssim como os pais também têm e precisam construir um espaço deles. Mas havendo no decorrer do dia um momento, um espaço de todos se juntarem, se unirem.


Mas para tal, a mãe precisa ser verdadeiramente tolerante, educando, apoiando, entendendo, conversando, amando, protegendo, oferecendo segurança. Tolerante também e principalmente com seus próprios medos, inseguranças, ansiedades que a maternidade gera e se apresenta constantemente em cada etapa do desenvolvimento da criança.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Alienação Parental:

Rege a lei acerca do significado da alienação parental:
"Art. 2º Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este."


Esta lei preconiza a situação dos pais separados que residem em casas distintas e que a criança fica sob a guarda de um dos genitores. A importância dela para a nossa sociedade se fez notória pela frequência de processos em juízo de situações na qual a criança toma partidos de um dos pais, preferencialmente daquele que ela convive, que possui a sua guarda.


Percebeu-se que talvez o maior conflito e o mais danoso acerca das separações são os que afetam a integridade emocional, psicológica da criança, podendo acarretar em danos mais graves futuros.


O adulto parece regredir a idade emocional do filho, valorizando o ciúmes, a inveja, o egoísmo, o ódio sentido pelo ex-parceiro do sexo oposto. A briga gerada racionalmente pela disputa de "bens materiais", está na verdade velando uma disputa de "egos" ( se podemos falar assim), de perdas sentimentais, de prejuízos sentidos no decorrer de uma vida, entendendo como uma perda de vivência no tempo.


A criança torna-se um mero fantoche nas mãos de seres adultos, um objeto de descarga destes sentimentos raivosos e vingativos, ao invés de apenas ter o amor incondicional, uma proteção, uma segurança necessária e obrigatória vinda daqueles que a obrigaram a surgir para o mundo. Pois a criança não pode fazer esta escolha, pois caso pudesse, acredito que desejaria permanecer aonde estava, ou seja, no inorgânico, numa homeostase na qual consiste a não vida, um não conflito de impulsos destrutivos e construtivos.


Mas esta alienação parece não acontecer apenas nas famílias desfeitas, mas também naquelas que permanecem unidas em prol de um determinado objetivo: a infelicidade, o reforço do conflito, do desafeto, da desunião. Há o pai, ou a mãe que denigre a imagem do outro para a criança através de palavras, de gestos, de atos, inclusives agressivos, muitas das vezes. Forma-se um pacto entre eles que a união é carregada pelo ódio, em vez do amor, que seria a sua forma mais sadia de manifestação.


Por fim, pais separados ou não, a intenção, a busca, o desejo deveria estar respaldado num primeiro momento, no amor pelo seu filho, no seu cuidado, na sua preocupação, segurança e bem estar. Mas daí, acredito se originar uma questão maior fundamental a pensar: Como oferecer amor, cuidado, se provavelemte este indivíduo adulto não possui suficientemente um grau considerável do aspecto amoroso, predominando o destrutivo voltado e vivenciado diretamente para ele mesmo, podendo assim, doá-lo para fora, para o mundo, às pessoas do seu convívio? 


Muitas vezes ouvi esta frase: "Só podemos amar, quando nos amamos em primeiro lugar"  Acredito ser uma das verdades contidas na dificuldade que tanto nos deparamos em nossa cultura, em nosso ambiente.